A utilização das ferramentas de informação geográfica no desenvolvimento e monitoramento de projetos e políticas ambientais contribuiu significativamente para a construção de uma nova plataforma de diagnóstico, acompanhamento técnico e previsão de impactos no meio ambiente.
Motivado pela necessidade de qualidade e eficiência como base de seus projetos socioambientais, o Instituto Ambiente em Foco criou no ano de 2009 um pioneiro e inovador espaço de discussão sobre a aplicação dos SIG's na área ambiental, no qual ao longo de três edições cumpriu com muito sucesso a missão de difundir a informação de qualidade dentro do tema, e proporcionou, além da troca de experiências, a concretização de promissoras parcerias e negócio entre empresas, estado, terceiro setor e academia.
O SIG evolui muito nos últimos anos, principalmente com a facilidade que as ferramentas da Google vieram oferecer. Com isto, democratizou e potencializou as informações geográficas para que pessoas com conhecimentos técnicos em outras áreas e não em SIG, possam usufruir destes recursos. As relações dos usuários com os mapas estão mudando, não podemos ficar fora desta transformação.
O Brasil avançou muito no desenvolvimento de informações espaciais com transparência, e no desenvolvimento de softwares e aplicações. O próximo passo é democratizar via educação, esses dados e informações mais ainda para que um público maior possa participar na formação de opinião e tomada de decisões sobre questões socioambientais.
SIG, um instrumento importante de apoio e desenvolvimento aplicado ao meio ambiente.
O SIG e suas ferramentas servem de ligação entre a realidade que medimos e observamos em campo e as teorias da conservação.
SIG permite Políticas Públicas com endereço preciso.
O SIG é a ferramenta ideal para a compreensão de problemas em um sistema tão complexo quanto é o Meio Ambiente.
Os resultados da espacialização de diversos temas como biodiversidade e manejo ambiental, passando por geografia mítica e histórica, economia e organização sócio-política até discussões sobre o uso da cartografia e autonomia desse uso para a gestão do território, principlamente entre as comunidades tradicionais, corroboram, intensificam, exemplicam e materializam muitas vezes o reconhecimento e afirmação cultural e territorial.
O advento das geotecnologias nos brinda com inúmeros recursos para conservação e preservação da biodiversidade entre outras ações no âmbito socioambiental. E com o crescimento da consciência ambiental temos grandes chances de construir um mundo melhor para as gerações futuras.
A produção cartográfica digital, por meio de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), aumentou muito a elaboração de dados geográficos, tornando mais complexo o gerenciamento de qualidade destes. Atualmente é um desafio para os profissionais da área de geociências desenvolver o SIG integrado a Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Geográficos (SGBDG) de modo a criar segurança na produção dos dados.
A complexidade dos ambientes naturais e antrópicos e suas interações podem ser bem entendidos e interpretados pelo uso do SIG.
Eu acho essa tecnologia o máximo pelo pouco que já pude me informar, gostaria de aplicá-la!
Oficinas teóricas e práticas no local do evento com turmas limitadas para abordagem das ferramentas de SIG de vanguarda para aplicação em projetos ambientais e temas correlatos;
Exposição na forma de pôster de trabalhos acadêmicos e experiências envolvendo geotecnologia e geoinformação aos diversos temas ambientais.
» Trabalhos aprovados